C O N F E R Ê N C I A

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CONFERÊNCIA é a arte de promover o diálogo, fazendo a ponte entre você e a Palavra de Deus. Somos Pastores Conferencistas e Escritores, Ungidos e Capacitados pelo Espírito Santo de Deus para pregar o Evangelho por todas as nações e ganhar almas para Jesus, que nós dá esta determinação e autoridade: Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo(Mt.28.19), desenvolvendo assim, como facilitadores, o seu crescimento humano e espiritual.

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sábado, 30 de março de 2013

EM TUA CASA CELEBRAREI A PÁSCOA

Em Tua Casa Celebrarei a Páscoa











     Onde queres que preparemos a comida da Páscoa? Perguntaram os discípulos a Jesus. E Ele disse: ide à cidade a um certo homem e dizei-lhe: o Mestre diz: O meu tempo está próximo; em tua casa celebrarei a Páscoa com os meus discípulos. (Mateus 26.17,18).
     O Senhor quer Cear em tua casa. Já preparou o coração, já avisou toda a família que neste ano, para celebrar a Páscoa, você convidou o príncipe da paz, o maravilhoso conselheiro, Deus forte para se assentar no melhor lugar em tua casa?

     Jesus é a nossa Páscoa, foi sacrificado por nós para nos outorgar a REDENÇÃO, projeto maior de Deus em beneficio de todo ser humano que crê que através Dele recebemos a salvação, vida em abundância e a maior conquista, a da vida eterna. Tudo isso pela graça de Deus, que preparou tudo com muito amor por nós e por você.
     A Páscoa é uma festa sagrada, que relembra o fato histórico da saída do povo de Israel do Egito. Ela comemora a passagem do anjo destruidor pelas casas dos Judeus sem lhes causar dano, devido ao sangue do cordeiro aspergido nos portais e no batente superior das portas das casas (êxodo12.7; Salmo 78.49). O detalhe maior dessa festa é que ela representava a consagração do povo de Deus, tendo em vista sua Redenção do Egito.
     Nesse contexto, qualquer agente que causava fermentação era excluído, simbolizando então o pecado, o fermento, ou a levedura. Por isso a determinação era guardar a festa dos pães asmos (sem fermento) significando o arrependimento, o repúdio ao pecado e a dedicação a Deus por estatuto perpétuo.
     Todo fermento (a corrupção e o pecado) tinha de ser removido das casas dos Israelitas. Entendendo-se assim que suas vidas e seus lares deviam ser consagrados a Deus.
     Como vivemos em tempo de nova aliança, estabelecemos nessa festa um vínculo direto com Jesus, expurgando toda a maldade e malícia da nossa vida para deixar a sinceridade e a verdade que nos liberta de todo mal, através da sua Palavra, entrar em nossa casa.
     A refeição da Páscoa marcava o início da festa dos pães asmos, que profeticamente prenunciava a importância da nossa fé no Cordeiro sacrificial e a obediência a Ele em humilde gratidão.
     Que o nosso culto seja para ensinar aos nossos filhos e gerações futuras a verdade sobre a Redenção da escravidão e do pecado, que Deus efetuara em nosso favor desde sempre.
     Que a nossa casa esteja pronta para Jesus Cear conosco, porque este é o desejo Dele, entrar e permanecer conosco.
By Pastores Conferência

sexta-feira, 6 de abril de 2012

APRENDENDO A AMAR E SERVIR



APRENDENDO A AMAR E SERVIR



Q

ueremos convidar você, que é especial para Deus, a renovar a sua vida por inteiro nesta Festa da Páscoa, uma passagem que marcou a história dos antigos, e que até os dias presentes, e os que advirão, será celebrada aqui com muito amor, e o doce sabor do chocolate, assim é do nosso jeitinho carinhoso, e no mundo inteiro, cada um com a sua tradição.

     Todavia, o que precisamos aprender verdadeiramente para vivermos um novo tempo de vida?

    Pois bem, a Palavra de Deus em João 13 nos dá um significado maravilhoso, para este tempo de festa, uma bela lição de humildade, para refletirmos juntos.      Antes da Festa da Páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, demonstrou profundo amor por aqueles que o acompanhava, e na última ceia com eles, pede-lhes que tirem as sandálias, para que ele possa lavar os pés da cada um. Essa atitude de Jesus é altamente impactante, tanto é que Pedro virou para Jesus e disse-lhe: Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu não te lavar, não tens parte comigo. Então, Pedro lhe pediu: Senhor, não somente os pés, mas também as mãos e a cabeça.     Jesus nos ensina também com essa passagem, que precisamos nos posicionar para um novo tempo de vida; precisamos aceitar a vontade boa e agradável do Pai, que derrama sobre nós a sua graça, através de Jesus que nos libera profeticamente, de todo mal que está no mundo, porque ele já venceu o mundo, nos livrando da morte espiritual e da segunda morte, porque Ele é vida ressurreta, e já venceu a morte.     Estranho não é? Como Jesus, sendo o Senhor e o Mestre, lava os pés dos seus discípulos? Ora, Jesus preconiza na nova aliança o perfil do líder servidor, preferindo servir a ser servido, dando-nos o exemplo maior de humildade a ser seguido.      Então, que tal nesta Páscoa tirarmos também nossas sandálias, as sandálias da vaidade, do orgulho, da ambição, da inveja, do egocentrismo, e do individualismo exacerbado? Que tal deixar Jesus nos tocar profundamente, Ele que é o Príncipe da Paz, Deus Forte, Maravilhoso Conselheiro, lavar não somente os nossos pés, como também o nosso corpo e a nossa alma, e lavados assim, calçarmos as sandálias da Paz?     Servir ao próximo, e a todo aquele que caminha ao nosso lado, como também aos desconhecidos que necessitam de um gesto de amor, é o grande aprendizado que devemos fazer como igreja viva que somos; como líderes servidores que seguem os passos de Jesus, amando uns aos outros, como o Senhor nos tem amado.     Nesta Páscoa, temos a oportunidade de crescer um pouco mais, com o exemplo também das pessoas que estão próximas a nós, como é o caso de uma família conhecida, e cheia da graça, que resolveu fazer um grande e lindo bolo, com cobertura de chocolate, e presentear um orfanato onde residem belas crianças como as nossas.

     Enfim, desejamos que nesta Páscoa possamos nos renovar tão completamente, o que é uma questão de ordem do Espírito do nosso Senhor, que nos convoca a influenciar pessoas, com a marca dos gestos simples, revestidos de humildade e consciência da nossa grande missão nesse mundo, que é amar ao próximo como a nós mesmos, servindo sempre e melhor ao Reino de Deus.

     FELIZ PÁSCOA!...FELIZ PÁSCOA!...FELIZ PÁSCOA!...

By Pastores Conferência.






     

sexta-feira, 22 de abril de 2011

NOSSA VITÓRIA EM CRISTO JESUS


 
Época da Páscoa, o cenário era de um lado perseguições, conveniências, e do outro lado o propósito de Deus. No governo em Jerusalém estava sua excelência Pilatos, a quem Jesus foi levado de acordo com as leis romanas, porque os judeus não tinham autoridade para decretar pena de morte. 
   A nossa personagem principal como vemos é Jesus, que acusado de traição contra Roma cumpria sua missão maior. A ordem dos eventos envolvendo o Ungido do Senhor passa por prisão, julgamento religioso pelo sumo sacerdote Caifás e Anás, a negação de Pedro seu companheiro, a condenação pelo sinédrio, o suicídio do traidor Judas, o julgamento civil perante Pilatos, e em seguida por Herodes que o devolve a Pilatos. Um jogo de empurra perverso e cruel, muito escárnio e zombaria.
   Muitas foram as fases do sofrimento de Jesus que se abandonava em Cristo. Na sua face de olhos vendados cuspiam e batiam, o açoitando até a exaustão, numa triste quinta-feira.
   Meditando nesses capítulos da Bíblia Sagrada, e acompanhando a dor de Jesus passo a passo, que vão desde a prisão na calada da noite, ao explícito abandono pelos seus discípulos, assistimos o romper de mais uma madrugada, a fatídica sexta-feira.
   Mais açoites, mais sofrimentos, e em Mateus que menciona os profetas Jeremias e Zacarias começam a se confirmar o aludido nas passagens proféticas referidas.
   Em cima do muro, como se diz no popular, Pilatos lava as mãos tornando-se símbolo dos que tomam decisões à base de conveniências, e no caso uma ambição política. O fato é que esse governador transigiu no que ele sabia que era verdadeiro e de justiça, pois sabia que Jesus era inocente declarando isso várias vezes. Agindo politicamente, e por força de jurisdição, Pilatos remete Jesus(o Galileu) a Herodes que estava passando naqueles dias por Jerusalém, o qual todo animadinho espera ouvir de Jesus, segundo a sua fama, algo que lhe agradasse. Mas o nosso homem continua firme e em silêncio, e nesse momento da história Herodes torna-o a enviá-lo a Pilatos.
   Jesus declara a Pilatos que seu Reino não é um Reino político deste mundo, mas um Reino Espiritual, e é entregue às autoridades judaicas.
   Nessa altura dos fatos, Judas já se encontra arrependido, da mesma forma que nós quando tomamos atitudes que afetam os outros negativamente, porém nada mais pode ser feito, as consequências nocivas já foram registradas. Judas sai de cena de forma triste, se retirando para se enforcar.
   Roma detinha o poder, segundo o critério adotado por seu governador, em plebiscito o povo decide soltar Barrabás(o ladrão), e crucificar a Jesus como maldito, já que morte no madeiro representava a pior flagelação do ser humano. "Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e, pelas suas pisaduras fomos sarados"(Is 53.5; 1Pe 2.24).
   Coroado pelos soldados romanos que escarnecem dele todo tempo, e ferem a sua cabeça com uma coroa de espinhos, segue Jesus seu doloroso destino espiritual levando a pesada cruz no ombro, e lentamente inicia a caminhada para o Gólgota(Calvário). Já esgotado fisicamente é posto na cruz que está no solo, e de braços estendidos pregam cada punho com um cravo de ferro, quadrado e pesado, que atravessa primeiro a mão direita, depois a esquerda, penetrando até o madeiro, o mesmo se dando com os pés. As dores são atrozes em todo seu corpo, a pele se rasga, os músculos se contraem, o peito urfando pela compressão dos fluidos no coração, e muita sede, tudo isso levando-o a um sentimento de desamparo.
   Um brado se ouve, assinalando que Jesus, o Cristo está experimentando a separação de Deus Pai ao tornar-se substituto do pecador. Assim, mediante seus sofrimentos, Cristo redime a raça humana(1Pe 1.19).
   O plano divino da redenção se faz perfeito pela crucificação e morte de Jesus, que são a essência e o fundamento do mesmo. Mas o que nos chama atenção com maior intensidade, são as últimas 7(sete) declarações de Jesus na cruz: entre 09:00 horas e meio dia da sexta-feira(1ª) a palavra do Perdão: "Pai, perdoa-lhes..."(Lc 23.34) em seguida(2ª) a palavra da Salvação: "...hoje estarás comigo no paraíso(v.43), (3ª) a palavra do Amor: "mulher, eis aí o teu filho...eis aí a tua mãe"(Jo 19.26,27)
   As três horas de trevas, e do meio dia às 15:00 horas, o silêncio é estabelecido. Cerca das 15:00 horas, a (4ª) palavra do sofrimento espiritual: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?(Mc 15.34), (5ª) a palavra do sofrimento físico: "tenho sede"(Jo 19.28), (6ª) a palavra do triunfo: "está consumado"(Jo 19.30), (7ª) a palavra da entrega: "Pai, nas tuas mãos entrego meu Espírito"(Lc 23.46).
   Com as sete últimas palavras acima Jesus entrega voluntariamente a sua vida à morte, pois a dita jamais teria poder de tirar a sua vida. 
   Nesse instante, o maior portal que já foi aberto no Céu se abre em forma de caminho para a presença de Deus. E assim se rasgando o véu, a redenção é disponibilizada para quem quiser viver o plano da salvação.
   NOSSA VITÓRIA está em Cristo Jesus, que não se encontra mais estendido naquela cruz, e sim ressurreto à direita do Pai. Aí começa a segunda parte da história. Como se deu a derrota da morte pela gloriosa ressurreição??? Bem, vamos lá.
   Um homem chamado José de Arimatéia, homem de muitas posses, solicita o corpo de Jesus a Pilatos, o que lhe fora logo concedido, envolvendo-o num fino e limpo lençol esse também  discípulo de Jesus leva o seu corpo para um sepulcro novo que havia aberto em rocha, deixando os príncipes dos sacerdotes e os fariseus tão receosos, que foram solicitar a Pilatos reforço na guarda do sepulcro dizendo: "senhor lembramo-nos de que aquele enganador, vivendo ainda disse: depois de três dias ressuscitarei".
   Enquanto isso, Maria e Maria Madalena permaneciam firmes, e no fim do sábado quando as primeiras horas do domingo já despontavam, um Anjo do Senhor descendo do Céu remove a pedra sentando-se sobre ela, e comunicando às mulheres a ressurreição dos mortos de Jesus Cristo, mandando-as que imediatamente corram para anunciar o fato aos seus discípulos, o que as mesmas assim procederam. Saudadas por Jesus abraçam os seus pés e o adoram.(Mt 28). Com certeza um momento de espetacular grandeza, deixando-as perplexas, o que prontamente Jesus lhes dissera: "não temais, ide dizer a meus irmãos que vão a Galiléia e lá me verão. E assim se fez, embora em meio a adoração de uns, e dúvidas de outros, Jesus falou-lhes dizendo: É me dado todo poder no céu e na terra. Portanto, ide ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos". Amém!.
    
Pastores Maria de Fátima e Gilberto Nascimento